Retrato
Uma pessoa ou um casal no centro: a trajetória, as escolhas, as histórias que a família pede para ouvir de novo. Ótimo para uma homenagem ou um filme-surpresa.
Stemma
Documentários privados, com acabamento de cinema, sobre famílias e seus legados. Uma pesquisa que mergulha na sua história como nunca antes. Com direção de Diego Lajst, do primeiro café ao corte final.
Confidencialidade total. A primeira conversa não tem custo nem compromisso.
Toda família guarda um tesouro que não está no cofre: as suas histórias. A chegada do bisavô, o primeiro negócio da avó, a decisão que mudou tudo, as antigas brigas que hoje viram risada no almoço de domingo. Elas vivem na memória de poucas pessoas e, a cada geração, um pedaço se perde.
Um filme guarda essas vozes, esses rostos e esse jeito de contar. Daqui a cinquenta anos, os bisnetos vão poder ouvir os mais velhos falando – não apenas saber que existiram.
Quando as luzes acendem, cada um entende melhor de onde veio, suas raízes, e o que tem em comum com a pessoa sentada ao lado.
Do grego antigo στέμμα: deriva do verbo στέφω (stépho, “coroar” ou “enlaçar”), ligado à raiz que designa fitas ou coroas de flores usadas para honrar deidades ou ancestrais.
Os romanos usavam o termo originalmente para designar as grinaldas ou fitas penduradas em bustos de antepassados ilustres. Como esses enfeites exibiam a linhagem da família, a palavra passou a significar árvore genealógica.
Quase sempre existe uma ocasião. Às vezes, só a sensação de que não dá para esperar mais.
O avô que veio de longe, a fundadora que começou com uma máquina de costura. Essas vozes merecem ser gravadas enquanto é tempo.
A empresa vai passar para a próxima geração, e todos precisam saber de onde ela veio.
O nome sai da fachada. A história fica com a família.
Um filme estreado na festa, com a família inteira na sala.
Encomendado pelos parentes às escondidas. Os homenageados só descobrem na estreia.
A sensação de que é preciso honrar o legado.
Muitas famílias conhecem a própria história até os avós. Antes de filmar, um pesquisador vai atrás do resto: de onde vieram, em que navio, o que faziam, o que o Brasil vivia naquela época. É aí que aparecem as surpresas que ninguém conhecia.
“A vida não é a que a gente viveu, e sim a que a gente recorda, e como recorda para contá-la.”
Gabriel García Márquez
Cada filme é feito para uma família só. As escalas abaixo são um ponto de partida para a conversa.
Uma pessoa ou um casal no centro: a trajetória, as escolhas, as histórias que a família pede para ouvir de novo. Ótimo para uma homenagem ou um filme-surpresa.
Várias gerações e a obra que construíram juntas. Pesquisa de arquivo completa, entrevistas com a família, filmagem nos lugares onde tudo aconteceu.
Para famílias grandes, com vários ramos e uma história longa. Mais acervos, mais pesquisa, uma investigação profunda. Um filme grandioso, um livro de família e o acervo inteiro organizado.
Para cada família, um documentário diferente: pode ser um relato íntimo, uma homenagem de tirar lágrimas, um filme histórico recheado de fotos e mapas, ou até algo leve e engraçado.



Em muitas famílias, a empresa é personagem principal. O filme conta as duas juntas: quem fundou, o que arriscou, como cada geração deixou sua marca no negócio.
Um café, presencial ou por vídeo, para conhecer a família e a história que querem contar. Pode ser em segredo, para homenagens surpresa. Não tem custo.
A pesquisa começa e o roteiro do filme é desenvolvido. São coletadas informações, fotos e vídeos da família e de arquivos públicos.
Entrevistas na casa dos diferentes membros da família, nas cidades de origem, na fábrica, na fazenda. Equipe pequena, sem pressa, no ritmo de cada pessoa.
A família escolhe: acompanhar o corte de perto ou ver o filme pela primeira vez na estreia.
Uma sessão só para a família, onde vocês quiserem. Temos a opção de alugar uma sala de cinema de verdade, com pipoca e tudo. Depois, a sala de exibição digital com senha e o pendrive.
A família não precisa organizar nada. Basta abrir a porta e procurar as fotos na gaveta.
Investimento apresentado depois da primeira conversa, quando entendemos o tamanho da história.
Assinamos acordo de sigilo antes da primeira entrevista.
Os filmes nunca aparecem em portfólio, redes ou festivais sem pedido expresso da família.
Do filme, do material bruto e de todo o acervo digitalizado.
Poucas pessoas dentro de casa, e a equipe inteira assina acordo de sigilo.
"A presença da câmera faz uma coisa quase mágica, ela cria um espaço para relembrar e contar coisas que às vezes passam décadas guardadas."
Diego dirige pessoalmente cada filme da Stemma, da primeira conversa ao corte final. Há 20 anos no mercado audiovisual, já produziu e dirigiu mais de 100 filmes e vídeos, incluindo o documentário em longa-metragem "Um Shabat na Outra Margem do Rio", ainda inédito, sobre a imigração dos judeus marroquinos para a Amazônia, que tem percorrido festivais ao redor do mundo.
Ainda não conhecemos uma que não fosse. O interesse raramente está nos grandes feitos. Está no detalhe: a receita que veio no navio, a decisão que quase quebrou a empresa, o apelido que ninguém lembra de onde veio.
Acontece no começo e passa. A entrevista é uma conversa longa, sem roteiro decorado, com a câmera discreta. Quase sempre o melhor trecho aparece na segunda hora.
Algumas entrevistas, acesso às fotos e documentos que existirem, e nada mais. A produção, a pesquisa e a logística são nossas.
De 3 meses para um Retrato a até um ano para um Legado. Se houver uma data marcada, como um aniversário, planejamos a partir dela.
Onde a história estiver. Na casa da família, na cidade de origem no interior, ou fora do Brasil, se a origem estiver lá.
Só quem a família decidir. O filme fica numa sala de exibição digital com senha e no pendrive, e nunca é publicado, a não ser que a família deseje.
Dá, e é uma grande oportunidade de fazer uma homenagem a alguém querido. Os filhos, netos ou cônjuges encomendam, a gente organiza as entrevistas com discrição e os homenageados só descobrem na estreia.
Pode, e acontece com frequência, num aniversário da empresa ou numa sucessão. O filme continua sendo da família, e se quiserem fazemos junto uma versão para a equipe, para eventos ou para clientes.
Depende da escala e do tamanho da história. Apresentamos o investimento depois da primeira conversa, por escrito e sem surpresas.
Na sucessão, numa governança familiar ou como presente para um cliente de longa data.
Tudo o que você escrever aqui fica entre nós.
Famílias que se conhecem decidem melhor juntas. Um documentário dá à próxima geração o contexto que uma reunião de governança não consegue dar: de onde veio o patrimônio, com que valores, a que custo.
O filme como parte do processo: as vozes da geração fundadora registradas antes da transição.
Trabalhamos junto com o family office no levantamento de documentos e arquivos, com o mesmo sigilo do seu contrato.
Para um cliente de longa data, um filme oferecido pelo escritório, em conjunto com a família.
Acordo de confidencialidade com a família e com o escritório. Nenhum nome é divulgado, nunca.
Digite a senha que a família recebeu.
Prévia: a senha de teste é "stemma"Capítulos, material bruto e acervo ficam aqui também.
A Stemma trata dados pessoais conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018).
No formulário de contato: nome, e-mail ou telefone e o que você escolher nos contar. Durante um projeto: entrevistas, imagens e documentos cedidos pela família, sempre sob contrato.
Para responder ao seu contato e, se houver projeto, para produzir o filme. Nunca vendemos nem compartilhamos dados com terceiros para fins comerciais.
Você pode pedir acesso, correção ou exclusão dos seus dados a qualquer momento, pelo e-mail de contato.